14:59

Mai' nada

Escrito por Pressão |

"Aquilo que não dá luta a conquistar, também não nos deixa pena quando se perde!"

Sr. António da Farmácia

07:55

Às vezes...

Escrito por Pressão |

esquecemos que os amigos nos conhecem bem demais. Que conseguem ler-nos nas entrelinhas, mesmo quando somos um livro por escrever.
Só isso... vale tudo!!!

01:53

Resultados são resultados...

Escrito por Pressão |

... e 3-2 é um resultado tão bonito!!!

10:18

Gosto

Escrito por Pressão |

... destas pausas que faço no meu tempo, para depois fazer uma corrida tentando segurar com unhas e dentes aquilo que deixei ir.
... de acordar com o mundo 180 graus para a direita, quando ainda nem me decidi se sou de esquerda.
... da preocupação dos amigos mesmo sabendo que o meu mau feitio não me permite conversas.
... dos abraços fortes ainda com os olhos marejados de lágrimas e o peito em desatino.
Gosto disto. Resolver-me. Levantar-me e ter forças para andar.

06:56

Sinto-me mais fútil

Escrito por Pressão |

... do que é hábito!

Mas tenho direito!

14:54

Curiosidade...

Escrito por Pressão |

Não há por aí ninguém disposto a levar-me ao concerto de Gotan Project no próximo Sábado?
Era só pa saber...

23:19

Feliz Natal...

Escrito por Pressão |

Eu gosto do Natal.
Gosto das decorações, das luzes brilhantes capazes de induzir ataques epilépticos até a quem não sofre de epilepsia.
Gosto do presépio, da ideia de imortalizar uma estórinha para crentes em bonecos de barro, acompanhando os mesmos com musgo (os bonecos e não os crentes, claro)!
Gosto do pinheirinho, de preferência de sintético branco, enfeitado com bolas azuis, como manda a tradição.
Ah, mas nada melhor do que a euforia dos presentes. A ideia de um tipo gordo, de vermelho, ser um “mãos largas” que não tem mais nada para fazer do que “jabardar-se” nas lareiras alheias, é algo de uma genialidade incoerente.
Mas eu gosto do Natal: gosto da familiaridade do bacalhau com couves, gosto do sabor maternal das azevias, gosto da fraternidade do vinho verde. E no final, gosto mesmo de voltar a casa, deitar-me no sofá e pensar “por este ano já está”!

21:16

Agradecimentos...

Escrito por Pressão |

Quero agradecer publicamente aos amiguinhos que ontem se preocuparam comigo -até à exaustão - após saberem, sabe-se lá como, que estava apeada na 2ª circular após uma LONGA noite de trabalho.

Agradeço também aos que não se preocuparam porque assim pouparam-me bateria do telemóvel.

Um agradecimento especial para o Sr. do Reboque que, após perceber que eu iria adormecer assim que me desse essa oportunidade, tudo fez para que tal não acontecesse... desde Tony Carreira, a travagens sem fundamento, passando pelo vidro completamente aberto na tentativa clara de limpar o pó com o vento que se fazia sentir!

Mas... o agradecimento fundamental vai para a senhora Julia Pinheiro e para a surdez precoce do Sr. Meu Pai, que me acordaram 10m depois de ter, finalmente, conseguido adormecer.

E agora, sem carro, sem Julia Pinheiro, mas com muito sono vou ali agradecer aos meus lençois e volto já. Ou não!

00:35

O dueto improvável (Boss AC ft Mariza)...

Escrito por Pressão |

Não me resta nada, sinto não ter forças para lutar,
É como morrer de sede no meio do mar e afogar,
Sinto-me isolado, com tanta gente à minha volta,
Vocês não ouvem o grito da minha revolta.
Choro a rir, isto é mais forte do que pensei,
Por dentro sou um mendigo que aparenta ser um rei.
Não sei do que fujo, mas esperança pouca me resta,
É triste ser tão novo e já achar que a vida não presta.
As pernas tremem, o tempo passa, sinto o cansaço,
O vento sopra, ao espelho vejo o fracasso,
Dia amanhece, algo me diz para ter cuidado,
Vagueio sem destino, nem sei se estou acordado.
Sorriso escasseia, hoje a tristeza é raínha,
Não sei se a alma existe, mas sei que alguém feriu a minha.
Às vezes penso se algum dia serei feliz,
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz...

Chorei,
mas não sei se alguém me ouviu
e não sei se quem me viu
sabe a dor que em mim carrego
e a angustia que se esconde,
Vou ser forte e vou-me erguer,
Ter coragem de querer,
não ceder nem desistir,
eu por dentro busquei nas palavras o conforto,
dancei no silencio morto,
e o escuro revelou que em mim algo se esconde
vou ser forte e vou-me erguer
Ter coragem de querer,
não ceder nem desistir,
Eu prometo.

Não há dia que não pergunte a Deus,
porque é que nasci,
Eu não pedi,
alguém me diga o que faço aqui,
Se dependesse de mim teria ficado onde estava,
Onde não pensava, não existia, não chorava,
Sou prisioneiro de mim próprio o meu pior inimigo,
Às vezes penso que passo tempo demais comigo.
Olho para os lados não vejo ninguém pra me ajudar,
Um ombro para me apoiar, um sorriso para me animar.
Quem sou eu? Para onde vou? Donde vim?
Alguém me diga porque é que me sinto assim.
Sinto que a culpa é minha, mas não sei bem porquê,
Sinto lágrimas nos olhos mas, ninguém as vê.
Estou farto de mim, farto daquilo que sou, farto daquilo que penso.
Mostrem-me a saída deste abismo imenso.
Pergunto-me se algum dia serei feliz,
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz...

Chorei,
mas não sei se alguém me ouviu
e não sei se quem me viu
sabe a dor que em mim carrego
e a angustia que se esconde,
Vou ser forte e vou-me erguer,
Ter coragem de querer,
não ceder nem desistir,
eu por dentro busquei nas palavras o conforto,
dancei no silencio morto,
e o escuro revelou que em mim algo se esconde
vou ser forte e vou-me erguer
Ter coragem de querer,
não ceder nem desistir,
Eu prometo.

00:13

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Escrito por Pressão |

Depois das férias. Depois dos passeios à beira Tejo, dos almoços com vista para o mar e até do carro assaltado, posso dizer que voltei.
Voltei sem vontade, sem a excitação dos primeiros tempos e com a sensação, cada vez mais evidente, que preciso de voltar a estudar. Pode ser que me tire esta inutilidade do corpo. Ou isso ou fazer compras de Natal, que dá quase no mesmo!